TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

10
Nov 18

Fome_150_229.jpg

 

Não há fome que não dê em fartura, diz o ditado. E é mesmo isso. O que aqui há uns anos era raridade por cá, hoje é um mar a perder de vista. Refiro-me à edição de livros fantásticos e de horror que, graças a editoras como a Saída de Emergência, hoje chegam até nós em quantidade e qualidade para nos proporcionar muitos e, quase sempre, bons momentos de leitura. É o caso deste Fome, editado em Junho deste ano, que nos oferece um relato tenso e fascinante sobre a trágica expedição no Oeste americano que levou a um dos maiores desastres da história da América. Numa narrativa sempre em crescendo, cativa do início ao fim, mostrando as dificuldades de uma época em que muitos se aventurarm pelo desconhecido, quantas vezes nunca dele regressando. Recomendo vivamente.

http://www.saidadeemergencia.com/produto/a-fome/

publicado por migalhas às 15:00

07
Nov 18

befunky-collage-15.jpg

 

Já sabem o que ler em Novembro? Sim, porque ler não escolhe dia nem hora, e ai de quem não tenha sempre um bom livro por perto para lhe temperar a vida. 2018 Está nas últimas, mas o que parece nunca acabar é a edição literária, e ainda bem, dizemos nós que adoramos livros. Posto isto, deem uma olhadela às novidades neste link https://observador.pt/2018/10/29/tome-nota-estes-sao-os-lancamentos-de-novembro-2/?fbclid=IwAR0NHKtqh84sqXIFiLKcw5aBXWTap2AFex9dS1n0KFGO8j5DRhX1uPGs6_s

ou visitem a vossa livraria habitual, onde, aí sim, o cheiro dos livros, o tactear do papel, o folhear da cada obra, o olhar guloso sobre as capas incríveis, tudo se torna bem mais real, palpável, apetecível. Vamos a isso? E boas leituras.

publicado por migalhas às 16:09

31
Ago 16

9789722051637.jpg

 

O romance de Deborah Levy, «Nadar para Casa» (D. Quixote), finalista do Man Booker Prize 2012, é elíptico e perturbador. Como uma peça de teatro, com palco e actores, cresce dividido em pequenos capítulos. Quando todas as peças encaixam, obtém-se um todo: estranho e desconfortável, mas singular.

 

O poema de Kitty Finch, que dá nome ao livro, revela-se a peça-chave para o ponto final de uma narrativa que carrega a mensagem de que «é preciso sonhar para lá da vida e voltar a entrar, porque a vida tem sempre de nos atrair de volta». Acutilante a escrita de Deborah Levy. Brilhante.

publicado por migalhas às 17:23

Setembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

facebook
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO