TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

07
Mar 19

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Março, marçagão, bons livros para ler não faltarão. Assim é, de facto, a ver pela lista apresentada no link que a seguir disponibilizo, seja em matéria de ficção, não-ficção, infanto-juvenil e os demais rótulos que hoje sirvam para catalogar o que vá sendo alvo de edição. Em mês de chegada da Primavera, vamos acolhê-la com um bom livro por companhia. Tenham pois um Março recheado de boas leituras.

https://observador.pt/2019/03/05/tome-nota-estes-sao-os-lancamentos-de-marco-2/

publicado por migalhas às 20:00

21
Dez 18

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Não só em tempo de Natal, mas também, oferecer um livro a uma criança deveria ser quase obrigatório. É que ler estimula a criatividade, a imaginação e transporta-nos para cenários quantas das vezes impensáveis dentro de um simples livro. E faz crescer, na ânsia de poder ler sempre mais e dedicar a esse prazer tempo sem fim, assim fosse possível.

Este Natal há uns quantos títulos que devem ser ponderados, pois brincam com as palavras e com o medo do escuro, falam de animais, de pessoas, do país e do planeta, num conjunto que prova que o melhor presente a oferecer pode mesmo ser um livro.

Vejam aqui as sugestões do Observador e boas leituras para a pequenada: 

https://observador.pt/2018/12/13/20-livros-infantis-para-oferecer-neste-natal/

publicado por migalhas às 20:00

19
Dez 18

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Lembro-me de ver a adaptação cinematográfica deste, em português, "Eu sou a lenda", com Will Smith no praticamente único papel, e de ter adorado. Aliás, tantos anos passados, continua a figurar no top dos meus filmes de eleição.
A verdade é que, mais anos ainda passados, resolvi-me a comprar o original que lhe deu origem, ou seja, a obra de Richard Matheson (1926-). E logo uma Edição Especial com nova capa e mais 30 páginas de contos e tiragem limitada a 999 exemplares. Obra da Saída de Emergência, que assim volta a marcar pontos na minha lista de editoras especiais.
Vou agora recordar este clássico de 1954, um dos grandes clássicos do horror e um dos primeiros livros - se não o primeiro - a falar de zombies e de cenários pós-apocalípticos muito antes de tal se tornar moda.
 
Aqui fica a sinopse:

Robert Neville é o último homem vivo na Terra... mas não está sozinho. Todos os outros homens, mulheres e crianças transformaram-se em vampiros e estão sequiosos pelo sangue de Neville. De dia, ele é o predador, caçando os mortos vivos pelas ruínas abandonadas da civilização. De noite, Neville barrica-se em casa e reza para que chegue a manhã. Durante quanto tempo pode um homem sobreviver num mundo de vampiros?

publicado por migalhas às 20:00

10
Nov 18

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Não há fome que não dê em fartura, diz o ditado. E é mesmo isso. O que aqui há uns anos era raridade por cá, hoje é um mar a perder de vista. Refiro-me à edição de livros fantásticos e de horror que, graças a editoras como a Saída de Emergência, hoje chegam até nós em quantidade e qualidade para nos proporcionar muitos e, quase sempre, bons momentos de leitura. É o caso deste Fome, editado em Junho deste ano, que nos oferece um relato tenso e fascinante sobre a trágica expedição no Oeste americano que levou a um dos maiores desastres da história da América. Numa narrativa sempre em crescendo, cativa do início ao fim, mostrando as dificuldades de uma época em que muitos se aventurarm pelo desconhecido, quantas vezes nunca dele regressando. Recomendo vivamente.

http://www.saidadeemergencia.com/produto/a-fome/

publicado por migalhas às 15:00

09
Nov 18

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Com adaptação para filme prevista para dia 21 de Dezembro na Netflix (Bird Box, com Sandra Bullock no papel principal), com o galardão de Melhor Livro de Terror (Vencedor do prémio This is Horror) e com o sugestivo teaser a dizer-nos: "Não abra os olhos. Há algo terrível lá fora." era impossível passar-lhe ao lado. Devo admitir que foi um pouco às cegas que me atirei a ele, mas em boa hora o fiz. Se recomendo? Vivamente!

http://www.topseller.pt/livros/as-cegas

publicado por migalhas às 12:00

07
Nov 18

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Já sabem o que ler em Novembro? Sim, porque ler não escolhe dia nem hora, e ai de quem não tenha sempre um bom livro por perto para lhe temperar a vida. 2018 Está nas últimas, mas o que parece nunca acabar é a edição literária, e ainda bem, dizemos nós que adoramos livros. Posto isto, deem uma olhadela às novidades neste link https://observador.pt/2018/10/29/tome-nota-estes-sao-os-lancamentos-de-novembro-2/?fbclid=IwAR0NHKtqh84sqXIFiLKcw5aBXWTap2AFex9dS1n0KFGO8j5DRhX1uPGs6_s

ou visitem a vossa livraria habitual, onde, aí sim, o cheiro dos livros, o tactear do papel, o folhear da cada obra, o olhar guloso sobre as capas incríveis, tudo se torna bem mais real, palpável, apetecível. Vamos a isso? E boas leituras.

publicado por migalhas às 16:09

13
Set 18

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Diz neste artigo do Observador quais os títulos que chegarão até ao final do ano às livrarias nacionais. Ou pelo menos os que vale a pena fixar. Pelo sim pelo não, nada como uma visita regular a esses templos onde poderemos confirmar in loco o que realmente nos interessa, independentemente das sugestões dos media, que valem o que valem. Ainda assim, fica a referência, que sempre é uma ajuda. Interessa, isso sim, é ter sempre por companhia um bom livro. E o resto é conversa. Boas leituras.

https://observador.pt/especiais/estes-sao-os-livros-que-pode-esperar-ate-ao-final-do-ano/

publicado por migalhas às 19:42

23
Abr 18

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O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Pretende anualmente promover o prazer da leitura e o respeito pelos livros e pelos seus autores.

Esta data foi escolhida com base na tradição catalã segundo a qual, neste dia, os homens oferecem às suas «damas» uma rosa vermelha de S. Jorge e recebem em troca um livro, testemunho das aventuras do cavaleiro. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare, Cervantes e Garcilaso de la Vega, falecidos em abril de 1616.

A todos um excelente dia repleto de muita leitura.

publicado por migalhas às 11:30

26
Mar 18

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Comemora-se hoje o Dia do Livro Português, data criada pela Sociedade Portuguesa de Autores com o intuito de destacar a importância do livro, do saber e da língua portuguesa em todo o mundo.

E se tal acontece anualmente nesta data, é por que foi neste preciso dia, em 1487, que se imprimiu o primeiro livro em Portugal: o “Pentateuco”. Tal aconteceu em Faro, nas oficinas do judeu Samuel Gacon, na Vila-a-Dentro, e tratava-se de um livro escrito em hebraico.

Já o primeiro livro escrito em português foi impresso no Porto, dez anos depois, em 4 de janeiro de 1497. Produzido pelo primeiro impressor luso, Rodrigo Álvares, o livro tinha o título de “Constituições que fez o Senhor Dom Diogo de Sousa, Bispo do Porto”.

Fonte: www.calendarr.com

Em jeito de homenagem ao livro português, aqui fica uma eleição levada a cabo pela revista Estante onde se pretendeu escolher os 12 melhores livros portugueses dos últimos 100 anos. Leiam e boas leituras.

http://www.revistaestante.fnac.pt/os-12-melhores-livros-portugueses-dos-ultimos-100-anos/

 

publicado por migalhas às 11:00

21
Mar 18

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Na data de hoje comemora-se não só o Dia Mundial da Poesia mas, mais importante ainda, o Dia Mundial da Árvore. E digo mais importante, pois a crescente escassez de árvores é uma realidade cada vez mais presente. Fruto dessa desflorestação irracional, desse processo completo e permanente de destruição massiva, de abate intensivo e constante de árvores de floresta, de bosque, o que seja que provoca destruição de ecossistemas, alterações climáticas, perda de património genético, esta é uma realidade, na sua maior parte, da autoria do pior inimigo deste planeta, o próprio homem. O mesmo que não poderá sobreviver sem elas, pois convém lembrar que são essas mesmas árvores que diariamente desaparecem a um ritmo assustador, os pulmões deste nosso rochedo em que habitamos. E se de ar precisamos como de pão para a boca, já a poesia não é assim tão fundamental, pois dela não depende a nossa existência. Talvez uma outra, a cultural, e aí sim, ela reveste-se de toda uma dimensão que ninguém ousa discutir. Mas para que a possamos continuar a apreciar, convém que consigamos continuar a respirar. E crendo que sim, que ainda nos restarão uns anos de oxigénio, então durante esses que celebremos a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação, aquilo que é, afinal, a poesia. Que atentemos na importância da reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa e do modo como cada qual contribui para a diversidade criativa através da sua perceção e compreensão do mundo. Sejamos poetas, sim, mas antes disso amantes cuidadosos deste nosso planeta, pois só assim poderemos continuar a usufruir, desfrutar, amar, desta forma inigualável da nossa linguagem.

publicado por migalhas às 14:00

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