TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

04
Dez 18

Dreamers.jpg

Mustafa.jpg

 

How do we talk to children about refugees, immigrants, and all the related issues dominating the news?

Esta questão é em parte respondida graças ao poder da literatura. Neste caso, juvevil, ou infantil mesmo. Pois é cada vez mais urgente cedo alertar e informar os mais pequenos para este gigantesco problema global. Quem sabe para um dia um deles, ou todos, contribuírem para a sua resolução definitiva. Aqui ficam alguns títulos que, espero, em breve nos possam ser também acessíveis na nossa língua.

https://www.booklistreader.com/2018/12/03/bookends-childrens-literature/understanding-immigration-and-the-refugee-experience-through-picture-books/

publicado por migalhas às 18:00

07
Abr 17

opiolhosabeque_cpweb.jpg

 

Este piolho e outras sete novidades para os mais novos surgem no seguimento do Dia Internacional do Livro Infantil, celebrado anualmente no dia 2 de Abril. Este já lá vai, mas ficam as sugestões de leitura que, com certeza, irão agradar a miúdos e, falo por mim, igualmente a graúdos. Boas leituras!

 

http://observador.pt/2017/04/02/7-novidades-para-celebrar-o-dia-mundial-do-livro-infantil/

publicado por migalhas às 20:00

06
Mar 17

befunky-collage123123.jpg

 

Março já vai a caminho, mas nunca é tarde para lembrar o que aí vem em matéria de lançamentos literários. Muitos e bons, é o que se quer, haja tempo para lhes dar a devida resposta. Com mais ou menos disponibilidade, a verdade é que se encontra sempre um tempinho para folhear um ou outro livro e assim embarcar nesses outros mundos que existem para lá de cada capa, ao longo das páginas que as enriquecem e lhe dão conteúdo, aquele que também muitas vezes nos serve de alento, esteja frio ou faça calor. Posto este relambório, actualizem-se e façam já as vossas selecções, pois o que não falta é por onde escolher. E boas leituras.

http://observador.pt/2017/03/02/tome-nota-estas-sao-as-novidades-literarias-de-marco/

 

publicado por migalhas às 20:00

06
Jan 17

alfabeto_cpprint.jpg

 

Aqui ficam os 20 livros infantis favoritos do Observador, referentes ao agora findo 2016: http://observador.pt/2016/12/27/os-melhores-livros-infantis-do-ano/

Porque é importante iniciar as crianças na leitura bem cedo.

publicado por migalhas às 20:00

13
Fev 15

SITE_Quinzena_da_Leitura_2014-2015.jpg

 

Integrado na Quinzena da Leitura do Colégio da Torre em Oeiras, e mais concretamente no evento Maratona de Leitura, em que professores, colaboradores do Colégio da Torre e Pais foram convidados a contar uma história às crianças da escola, coube-me a mim hoje a minha vez de participar com a leitura de um antigo conto infantil meu que, a ver pela reacção dos presentes, foi do agrado geral.

Aqui fica então, para todos vocês que não puderam estar presentes e assim ouvir em primeira mão. Espero que gostem.

O prédio que não quis crescer

Aquela fieira de prédios altos e majestosos, muitos deles a tocarem os céus, só era diferente de todas as outras fieiras de prédios, igualmente altos e majestosos, por uma pequena, mínima, razão, que quase nem se dava por ela. No meio dos seus gigantes irmãos, um minúsculo prédio, quase insignificante, mantivera a sua baixa estatura, resistido à tentação de crescer, de acompanhar os seus vizinhos naquela louca corrida às alturas. E de tal forma mantivera essa sua ideia – muito à conta de uma enorme teimosia - que já ninguém sequer tentava falar sobre o assunto. Passara a ser natural para todos os outros, viver paredes meias com uma “amostra de prédio”, como ainda lhe chegaram a chamar. Provocações a que não deu qualquer importância, convencido que estava da sua ideia fixa de ser assim mesmo, pequeno. Nada o mudara antes, da mesma forma que nada o iria mudar agora. Passados os piores momentos - aqueles iniciais em que a sua teimosia muitas discussões provocara – todos viviam agora em perfeita harmonia e plenamente convencidos de que assim seria para todo o sempre. Havia, no entanto, um prédio, a alguns quarteirões de distância, que ainda hoje não se conformava com esta situação, na sua opinião, ridícula. Por que razão aquele prédio se recusara a acompanhar o crescimento dos seus irmãos? Que estranha ideia o levara a tomar tão insólita decisão? Não querendo dar parte fraca – mas remoendo aquele assunto todos os dias, durante anos a fio – o inconformado prédio, de duzentos e trinta e três andares, lá se decidiu a questionar o parente que ele próprio considerava muito afastado:

- Ouve lá, ó pequenote.

- Estás a falar comigo?

- Claro que estou a falar contigo. Vês aqui mais algum prédio a que possa chamar pequenote? – perguntava o enorme arranha-céus, agora todo encurvado como única forma de se chegar mais perto.

- Não gosto que me chamem nomes associados ao meu tamanho.

- Tudo bem, é justo. Não volto a fazê-lo. Mas há uma coisa que me tem dado a volta à telha e que gostava de esclarecer contigo.

- Muito bem, fala.

- Tem a ver com a tua altura.

- Pois que outra coisa poderia ser! – desabafou – Conta-me lá então o que é que tem a minha altura? – questionou em resposta, preparando-se para argumentar o que tantas vezes já repetira a outros curiosos como ele.

- É que é muito baixa.

- Pois é. E isso incomoda-te?

- Não, incomodar não me incomoda. Mas, digamos, faz-me alguma confusão.

- Faz-te confusão?

- Sim, faz-me confusão porque é que tu não queres ser alto como todos nós. Tu alguma vez tocaste os céus ou experimentaste a sensação única que é ver tudo lá bem do alto?

- Não, nem preciso.

- Fazes ideia da vista espantosa que todos temos lá de cima e que tu, aqui de baixo, nem imaginas?

- Mas quem é que te disse a ti que a vista que tenho aqui de baixo não é tanto, ou mesmo mais espantosa, do que a que tu tens lá de cima?

- Essa agora! Como é que isso é possível?

- Eu digo-te. Vocês cresceram, uns mais do que os outros, mas sempre com o objectivo de se afastarem cá de baixo. Tornaram-se altivos, frios, distantes e convencidos de que a vossa estatura era o que mais interessava. Mas enganam-se. Todos. O melhor da cidade está aqui em baixo, nas ruas. Porque o melhor da cidade são as pessoas e elas movem-se aqui, a dois passos de mim. Passeiam, correm, zangam-se, convivem, riem, choram, falam, tudo aqui, bem pertinho de mim. Sente-se o calor humano cá em baixo, não lá em cima. E isso sim, é o que verdadeiramente importa. Por um acaso vocês lá nas alturas têm essa visão?

- Das pessoas? Não, lá de cima elas são... minúsculas. Quase tanto como tu.

- Lá está! Percebes agora porque é que eu nunca quis crescer como todos vocês?

- Acho que sim.

- Como é que eu assistia a todo este espectáculo humano, a toda esta vida que pulsa a cada segundo na cidade, se estivesse lá no alto como vocês?

- Tens razão. Nunca tinha pensado nisso.

E posto isso, despediu-se, convencido, como todos os outros antes dele. O alto e majestoso prédio, de muitos e muitos andares, regressou à sua posição vertical, compreendendo agora as razões que haviam levado aquele pequeno prédio a recusar-se a crescer. A recusar-se a ser mais um arranha-céus vaidoso e apenas preocupado em tocar o céu, esquecendo que o mais importante, e única razão da sua existência, vive cá em baixo, com os pés bem assentes na terra.

 

FIM

publicado por migalhas às 18:13

27
Mar 13









A editora portuguesa Planeta Tangerina foi eleita a melhor da Europa na literatura para a infância e juventude, recebendo um prémio atribuído na Feira do Livro Infantil de Bolonha, em Itália, foi hoje anunciado.


Para assinalar 50 anos de existência, a organização da feira decidiu criar um prémio para as melhores e mais inovadoras editoras de livros para os mais novos, nos diferentes continentes do mundo.

Na Europa, a Planeta Tangerina foi eleita a melhor, numa categoria na qual estavam também nomeadas a editora francesa Editions Thierry Magnier, a checa Baobab, a italiana Edizioni EL e a alemã Beltz & Geldberg.

 

Fonte: Diário Digital / Lusa

publicado por migalhas às 11:04

Dezembro 2018
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

facebook
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO