TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

16
Out 13

 























Aqui fica o vencedor do man Booker Prize 2013, pelas palavras da própria editora, a Granta.

 

" It is 1866, and Walter Moody has come to make his fortune upon the New Zealand goldfields. On arrival, he stumbles across a tense gathering of twelve local men, who have met in secret to discuss a series of unsolved crimes. A wealthy man has vanished, a whore has tried to end her life, and an enormous fortune has been discovered in the home of a luckless drunk. Moody is soon drawn into the mystery: a network of fates and fortunes that is as complex and exquisitely patterned as the night sky.

The Luminaries is an extraordinary piece of fiction. It is full of narrative, linguistic and psychological pleasures, and has a fiendishly clever and original structuring device. Written in pitch-perfect historical register, richly evoking a mid-19th century world of shipping and banking and goldrush boom and bust, it is also a ghost story, and a gripping mystery. It is a thrilling achievement for someone still in her mid-20s, and will confirm for critics and readers that Catton is one of the brightest stars in the international writing firmament."

 

Fonte: http://grantabooks.com/The-Luminaries-3

publicado por migalhas às 10:02


A escritora neozelandesa Eleanor Catton tornou-se, aos 28 anos, a distinguida mais nova com o Man Booker Prize, o galardão literário mais prestigiado do Reino Unido, com a sua novela The Luminaries.

O romance é centrado na figura do aventureiro Walter Moody e tem por pano de fundo a corrida ao ouro na Nova Zelândia em meados do século XIX.

O presidente do júri, Robert Macfarlane, descreveu o livro, de 832 páginas, o mais longo dos que já ganharam o prémio, como “deslumbrante”.

Catton tinha 25 anos quando começou a escrever o livro e 27 quando o terminou.

O prémio, no valor de 50 mil libras (60 mil euros), é considerado a maior honra literária britânica.

 

Fonte: Público

publicado por migalhas às 09:32

10
Out 13

 























Depois de no ano passado o Nobel da Literatura ter distinguido o chinês Mo Yan (2012), eis que em 2013 o galardão, no valor de oito milhões de coroas suecas (925 mil euros), coube à escritora canadiana, de 82 anos, Alice Munro. Definida pela Academia de Ciências Sueca como "mestre do conto contemporâneo", Munro recebe este prémio depois de anteriormente já ter sido distinguida com o Prémio PEN de Excelência, em 1997, o Man Booker International Prize, em 2009, e, por três vezes, com o Prémio Governador Geral do Canadá para Ficção. A sua prosa revela com ironia e seriedade, a um tempo, as ambiguidades da vida, colocando o fantástico ao lado do mundano, do dia a dia mais comum, que tem vindo a criar uma empatia crescente entre críticos e leitores.
Aqui ficam os livros da autora publicados em Portugal: "Amada Vida" (Relógio d'Água, 2013),"O Progresso do Amor" (Relógio d'Água, 2011), "O Amor de uma Boa Mulher" (Relógio d'Água, 2008), "Fugas" (Relógio d'Água, sem data) e "A Vista de Castel Rock" (Relógio d'Água, ainda sem data).

publicado por migalhas às 18:53

02
Out 13

fora de horas

fora do alcance

desses olhos que te esperam

na ânsia de te lançar as mãos

 

longe da vista, do coração

enveredas por atalhos dúbios

nem segues a razão

cantas, cantas uma velha canção

e rumas além

fora de horas

fora das vistas e longe, longe do coração

 

© Copyright Migalhas (100NEXUS_2013)

publicado por migalhas às 21:40
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