TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

24
Out 12

 

«Publicado em 1934, A Ilha é um dos romances emblemáticos do autor de As Velas Ardem até ao Fim, um texto curto e vibrante que narra uma viagem às profundezas da alma humana. Márai mantém com firmeza a tensão de uma história sobre a ambiguidade do amor, a angústia da incerteza e o abismo da solidão. A inesquecível personagem central deste romance, Viktor Askenasi, é um homem em busca de respostas, um espírito insatisfeito para quem o que chamamos amor apenas conduz a uma felicidade temporária, prelúdio de uma inevitável destruição.»

 

Sándor Márai (1900-1989)

publicado por migalhas às 16:31

22
Out 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 




(...)

"A hora havia de chegar em que

nos perderíamos um ao outro.

E acabaríamos necessariamente assim,

mortos inventariando mortos.

 

Morrer, porém, não é fácil,

ficam sombras nem sequer as nossas,

e a nossa voz fala-nos

numa língua estrangeira."

(...)

 

Excerto de "O quarto" da obra poética "Como se desenha uma casa" de Manuel António Pina (RIP)

publicado por migalhas às 15:57
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17
Out 12














E com este "Bring up the Bodies", Hilary Mantel junta-se ao restrito grupo de apenas 3 autores, depois de Peter Carey e J.M. Coetzee, a ganhar o The Man Booker Prize for Fiction por duas vezes.

publicado por migalhas às 11:24

11
Out 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

... Mo Yan.

Psedónimo literário que significa "não fales" em chinês.

O escritor chama-se na realidade Guan Moye, tem 57 anos e nasceu na província de Shandong, no leste da China.

Em Portugal, Mo Yan possui um único livro publicado (pela Ulisseia em 2007), intitulado "Peito grande, ancas largas", traduzido por João Martins.

publicado por migalhas às 18:40

10
Out 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Cormac McCarthy revela aqui: http://www.slate.com/articles/arts/books/2012/10/cormac_mccarthy_s_blood_meridian_early_drafts_and_history_.html como nasceu o seu clássico Blood Meridian (Meridiano de Sangue) e como este era para ter sido um livro diferente. Leia e saiba os porquês.

publicado por migalhas às 19:31

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Um comic irresistivelmente divertido e provocador sobre amor, sexo, relacionamentos, sexo, amizades, sexo, traição, sexo, encontros, desencontros… e sexo.


Arthur é um rapaz um pouco tímido, mas bem-disposto, desportista ocasional, fumador (também) ocasional, amigo do seu amigo, divertido, girinho, segundo as amigas… e absolutamente obcecado por mulheres. Não pode ver uma rapariga bonita que fica a pensar nela horas a fio, e consegue seguir um fio dental a sair de uns jeans durante quilómetros. É capaz de cortar o cabelo quase à máquina zero só para espreitar o decote da cabeleireira mais uns minutos, e o seu sorriso palerma é conhecido por todas as miúdas giras do bairro.
Mas Arthur não é nenhum Don Juan; é bem capaz de se apaixonar e de entregar o seu coração, e vive relações muito felizes… até ao momento fatal em que elas perguntam: «Em que é que estás a pensar, querido?»
Tudo muda no dia em que conhece Clara. Esta miúda de espírito livre, respondona e muito senhora do seu nariz apanhou-o pelo coração (e outros órgãos). Mas será que Clara e Arthur conseguirão prescindir dos pequenos prazeres da vida de solteiros?


Sobre o autor:
Arthur de Pins nasceu em 1977 na Bretanha e cresceu em Versailles. Estudou na École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs de Paris e tem uma vasta carreira como ilustrador em publicidade e em diversos media de destaque. Em 2002 lançou-se na animação, tendo realizado uma curta-metragem, La Révolution des Crabes, que conheceu muito sucesso em festivais internacionais. Pequenos Prazeres foi o seu primeiro trabalho em BD, e a série conta já com mais de 250 000 exemplares vendidos.

 

Fonte: centralcomics.com

publicado por migalhas às 12:00
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08
Out 12

 

 

 

 

 

 








Há tragédias e há comédias, não é verdade? E são frequentemente semelhantes, um pouco como os homens e as mulheres. Uma comédia depende de parar a história exactamente no momento certo. Esta é a voz de Mia Fredrickson, a viperina e trágico-cómica narradora de Verão Sem Homens. Mia é obrigada a examinar a sua vida no dia em que, sem pré-aviso e depois de trinta anos de casamento, o seu marido lhe pede "um tempo". Após um período de internamento num hospital psiquiátrico, ela decide passar o Verão na sua cidade natal, onde a mãe vive num lar de idosos. Sozinha em casa, Mia entrega-se à fúria e à autocomiseração. Mas, lenta e ardilosamente, a pequena comunidade rural insinua-se na sua esfera pessoal. Os "Cinco Cisnes" - um surpreendente grupo constituído pela sua mãe e as amigas -, a jovem vizinha, as adolescentes que frequentam o seu workshop de poesia... uma multiplicidade de vozes, vulnerabilidades, pequenas tiranias e desafios que resultarão na mais improvável das relações.

publicado por migalhas às 18:55

04
Out 12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

William Trevor, escritor de romances e contos, ultrapassou Cormac McCarthy e Bob Dylan nas apostas sobre o vencedor do Prémio Nobel de Literatura no sítio Ladbrokes.
O irlandês tornou-se assim um dos três favoritos ao prémio: as suas hipóteses aumentaram de 100/1 para 10/1.

A Relógio D’Água editou três obras suas: os romances «Amor e Verão» e «A Viagem de Felicia» e o volume de contos «Depois da Chuva».


Fonte: Relógio D’Água

publicado por migalhas às 22:24

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

«Quase cem anos depois [do ano de publicação], "Dublinenses" continua tão moderno e visionário que poderia ter sido escrito ontem. Joyce, que sempre teve uma relação difícil com a sua pátria, plasmou para a posteridade um estilo onde a cidade e os seus habitantes se fundem em cada esquina. (…) “Os mortos”, o conto de maior extensão e aquele que se tornou um caso a estudar na obra de Joyce, é a esse título exemplar: o desdobramento entre o que lá está escrito e aquilo que cada um lê no estado de alma das personagens que atravessam aquela festa de Natal continua a ser um desafio para leitores inteligentes.»

 

Fonte: Relógio D'Água

publicado por migalhas às 13:41

02
Out 12

 








"Fun Home", a tragicomédia da filha lésbica e do pai gay, obra-prima de Alison Bechdel, chega finalmente às nossas mãos em português e aos quadradinhos, numa edição da Contraponto. Boas notícias para os amantes de BD com conteúdo.


Ler mais aqui: http://p3.publico.pt/cultura/livros/4624/fun-home-tragicomedia-da-filha-lesbica-e-do-pai-gay-aos-quadradinhos

publicado por migalhas às 13:08
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