TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

20
Jan 10

do nada ao nada num ápice de escassos recursos

uns quantos dias e umas paisagens

uns quantos aromas que se confundem e misturam

uns quantos objectivos, umas ilusórias conquistas, uma mão cheia de ilusões, a outra de expectativas goradas

pétalas de um malmequer qualquer que nunca me quis bem

o trago amargo da verdade

fel que martiriza as vivências escassas, até nos recursos

memórias tragadas pelas traças

estranhos dias que se perseguem, numa fila ordeira em demasia

qual balde de água fria

quantos por vir?, que os que foram não mais serão

num abissal vórtice que nos há-de levar àquela hora

aquela hora que nunca demora

publicado por migalhas às 19:33

Janeiro 2010
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