TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

05
Jun 06

Cada vez são menos os que cumprem os votos do sagrado matrimónio. Menos os que se responsabilizam e prometem, pelo menos na hora do sim, em ficar do lado do outro no bem e no mal, na saúde e na doença, até que a morte os separe. Hoje, não só se separam muito antes da morte ter esse obséquio, como são cada vez menos os que nem chegam a dar o primeiro passo, o de se casarem. Face aos dados recentes do INE, o número de casamentos em Portugal continuou a baixar pelo sétimo ano consecutivo, sendo que em 2005 ocorreram apenas 48.667, número que só encontra paralelo no ano de 1940, então com 46.618 casamentos registados. 1975 continua a ser o ano em que houve maior número de matrimónios (103.125), isto desde 1900. Desde esse ano recorde e até 2005, tem sido sempre a diminuir. A malta junta os trapinhos, vive em pecado, mas casar, está quieto! Também para quê, se meses depois estão no guichet ao lado daquele em que trataram dos papéis do casório a pedirem precisamente a anulação deste? Assim poupa-se papelada, burocracia e se não se entenderem, separam-se e amigos como sempre. De facto, é muito mais prático. Mais uma fantástica contribuição destas gerações mais novas que, assim, vêm mostrar aos mais velhos como é que vai sendo moda fazer-se, no que a relações diz respeito.

publicado por migalhas às 11:34

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