TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

06
Fev 09

Ninguém liga, sequer se incomoda em querer saber
Ninguém dá importância ou reconhece valor
Ninguém atribui qualquer mérito pelo trabalho, pelo empenho e dedicação que se denota em cada construção, na forma como cada letra se sustenta na sua irmã
E a muralha ganha forma, em forma de linhas sobrepostas
Ergue-se um obstáculo quando o desejo era o oposto

(o de permitir sonhar, como não aqui
o de permitir viajar, como nunca aqui
o de permitir viver, como jamais aqui)

E a oportunidade gorada, não a minha que a perfiz
Mas a de quantos não viram mais além
Não se aventuraram adiante
Esbarrando em objecções infundadas, em visões turvas, enviesadas, em pretensões sem nexo que lhes são as maiores prisões
A viverem a sua ignorância, nela orgulhosos dela
Opostos ao que a história lhes sustenta
Que mais não entra nas suas mentes fechadas, a tudo bloqueadas, apenas leais à censura que assumem lei e lhes será destino
E depois a ignorância, a conclusão de sempre
Aquela que não engana, não mente, nunca mente, jamais mente
Aqui

publicado por migalhas às 12:49

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