TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

30
Dez 08

É este o sinal.
O sinal dos tempos.
Sempre o foi, mas agora parece ter ganho mais corpo, cresceu.
A dúvida fez-se adulta, crescida, como nós adultos costumamos dizer.
E neste seu processo de se tornar maior, em nós fez também crescer quantos receios, os mesmos que consigo carrega.
O diabo que os carregue!
Que esse carrego eu não quero, não o pedi.
A ser-me imputada uma carga, que seja uma sonhada e não uma qualquer bastarda parida por um pesadelo como aqueles que nos entram casa adentro por aquela caixa que um dia mudou o mundo e mudou-o para pior, pois tudo nos revela, nos diz e transmite, sem peias ou receios do que possa provocar.
Mantenho esta ? este sinal que se materializa assim agora, pois desconhecidos os seus intentos, resoluções, mas quero-o vergado ao meu querer e dele fazer meu aliado, no ano que vem e em todos os que se lhe seguirem cronologicamente.
Qual deus a dar-lhe o rumo que eu bem entenda e então a entendê-lo e a torná-lo . que feche e conclua as minhas pretensões, desejos, do modo que eu bem entenda.
Crente, sempre crente em que nos cabe a nós cada decisão, na certeza de que seremos aquilo que decidirmos ser.
Ontem como hoje, e mesmo naquele amanhã ainda em forma de ?

publicado por migalhas às 10:31

A propósito das «vidas errantes», o Xavier,«fervoroso da lógica empirica», num acto de festa e solidariedade, consome-se no seu desgosto do seu amor não correspondido que atravessa os comportamentos interpessoais e gela os sentimentos, naquilo que ficou por dizer, ou que nunca ensaiou dizer, ou que jamais o conceberá, nem mesmo por quem se apaixonou. Sim porque o Xavier amou e matou. Só não sobreviveu à ressurreição. Tantas vidas quantos os braços de Chivas. Nem se fez Deus vencendo a morte, nem que para o comum dos mortais superar a morte, vivendo uma das vidas do braço de Chivas.
Pelo óbvio destruiu a criação, e a imaginação e a densidade do discurso, que permitia uma desmultiplicação de sentidos, viu-se de repente corroída, rebaixada e humilhada.
Ao menos para o Xavier há uma passagem profícua. Que a minha não dure muito (e ainda falta tanto...)
memorexquer a 31 de Dezembro de 2008 às 18:08

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