TUDO É ILUSÃO, DESDE O QUE PENSAMOS QUE PODEMOS AO QUE JULGAMOS QUE TEMOS.

06
Dez 08

Ontem foi dia grande culminado em serão maior.

Ao apelo lançado, uma vez mais ocorreram quantos estão sempre, são sempre, intemporais companheiros com quem aprendo a ser sempre mais.

Sala cheia e o nervoso miudinho que não se esconde e me expõe o lado mais acanhado.

A introdução de Marcos Pinto, a lançar os dados e a levantar a ponta do véu que tanto parece querer esconder em apenas 100 páginas.

Depois a minha confissão, o que ali fiz, que pecados cometi e que redenção procuro naquelas tantas linhas de texto que se perfizeram de uma ainda mais abissal profundeza.

E depois o orgulho, admito, o orgulho de poder carimbar cada exemplar, desta vez dando nome pela minha própria mão nervosa, dando nome a cada palavra, frase, capítulo ali partilhado ao longo das cerca de 100 páginas desta montra agora aberta aos olhos de todos.

Da noite de ontem fica a certeza, pelas palavras do mestre António Lobo Antunes, de que

"É bom conhecer quem me lê, afinal existem leitores, os livros não saem sozinhos das livrarias, sinto-me grato".

Sinto-me grato, de facto. Mas mais do que grato, um privilegiado por poder sentir ao meu redor tanto carinho e atenção, a que espero poder corresponder com mais esta minha viagem literária.

A quantos estiveram presentes, a quantos dedicarem agora um pouco da sua vida a esta minha viagem, o meu maior e sentido obrigado. Porque só havendo alguém desse lado, poderei continuar eu, deste lado, em paralelo a todos vós, crente de que vale a pena continuar, crente em que é, efectivamente, por aqui o meu caminho.

 

publicado por migalhas às 11:01

foi um prazer meu caro!!!! ainda mais, por ver alguém nervoso ness tipo de ocasiões.... q n seja sempre eu, heheheheh.....agora já n costumo ficar, mas desconfio q é mais por inconsciência q outra coisa....lol!!!
...se bem q na minha opinião, e isto como resposta ao teu post, se deve expiar o conteúdo artístico antes de mais por necessidade, e não por haver quem o consuma, para não se correr o risco de produzir por se ter público, e não por se sentir a vontade ou a ânsia de se comunicar de uma forma menos convencional. Adianto ainda, que o comentário do Lobo Antunes, ou muito me engano, ou espelha precisamente isto, já que denota o espanto dele com a palavra "afinal"....n querendo parecer pretensioso apeteceu-me discorrer sobre este assunto, já que os almoços no CCb têm escasseado! abraço bro....
lama a 9 de Dezembro de 2008 às 17:40

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